A Bambi Records orgulhosamente apresenta "Bambi People - Greatest
Hits". Este novo LONG play (very very LONG) traz sucessos antológicos e
viadológicos como "It's Raining Man", "Vamo Passá Baton!", "I Will Survive",
entre tantos outros que animaram as Paradas Gays e o Morumbicha nos ânus
70, 80, 90 e 2000.
Na capa do disco, da esquerda para a direita: Bambilsinho Traíra, MarCU A.
Dunha, Aloisião Pé-de-Mesa, Ricky Laffond (também conhecido no metiê como
Rycharlison), Rô Sêmen (o goleiro que gosta de botar as bolas pra dentro) e por
último Sousinha Boca-Aberta.
Já dizia aquela musiquinha que toca uma vez por ano na rede Globo de tv:
"Ter um amico, Na vida é tão bom ter amico, a gente precisa de amigo de peito, amigo de fé, amigo irmão igual a eu e você."
"Igual a eu e você" já é forçar a amizade. Mas, mesmo assim, eu quero sim ajudar os co-irmãos gambás a eliminar o mico da face da terra. Deu no site Máquina do Esporte: "Produtos do Tevez corintiano encalham". E eu, grande não apenas de corpo mas também de alma, resolvi bolar uma arrojada campanha de marketing, com ajuda do genial Peter Collins (que demitiu Roberto Justus na terceira edição de "O Aprendiz"), para esgotar o mico do ano de todas as lojas.
A estratégia para a elaboração dessa sensacional campanha de marketing foi usar um ícone que pudesse preencher a lacuna deixada por Carlitos, que deixou os gambás da Marginal sem número sem pai, nem mãe depois que foi embora sem deixar recado e deixou um micaço pros lojistas de materiais esportivos.
Clique para ampliar o folder da campanha, imprima e entregue a seus infelizes amigos corinthi-ânus, ou então envie por e-mail o material da campanha. Colabore. Tente, invente, faça um 92 diferente!
Um país de 180 milhões de técnicos. Pelo menos uns 90 milhões bem burros!
Pediram Juninho Pernambucano? Olhaí o que deu... Não que a culpa seja dele, mas colocar em prática o óbvio do óbvio (a entrada do Robinho) era evidente que daria no mínimo uma disposição diferente num time que jogou como um bando de aposentados. O pior não é nem o Juninho entrar, mas deixar o Ronaldinho Gaúcho enfiado no meio dos zagueiros como se fosse um centroavante trombador.
Claro que entre os milhões de burros, o idiota e teimoso do Parreira é destaque. Insistiu no gordo do Ronaldo até o último minuto, enterrando ainda mais o time. O Kaká, mesmo jogando mal, podia criar alguma coisa pelo menos com disposição e força física. O Gordo não!
Roberto Carlos devia largar o futebol e voltar a cantar e fazer shows com o Erasmo. O Cafu também devia ir cuidar das crianças do Jardim Irene. Game is Over. E o Pé de Uva devia aposentar, enfiar a viola no saco e deixar a coisa pra quem sabe da coisa (entenda-se: Felipão!).
Atenção, INSS: nova leva de aposentados a caminho
Zagallo, por invalidez
Parreira, por estupidez
Ronaldo, por obesidade mórbida
Roberto Carlos, por displicência crônica
Cafu, por idade
Galvão, por incoerência e ofensas públicas à inteligência humana
Imprensa "Verde-e-Amarela", aquele bando de jornalistas-torcedores que, por desinformação, surtava pedindo a entrada de Juninho Pernambucano, com o deslocamento de Ronaldinho Gaúcho pro ataque (sendo que essa formação da Seleção jogou por quase 1 ano e meio nas eliminatórias, sempre fracassando, empatando por 0x0 e apresentando um futebol "me engana que eu gosto").
Quem comemorou a "partida" da Argentina, comemore de novo: o vôo vai estar lotado com a "partida" do Brasil também.
Ô, inveja, dos abençoados seres cujos crânios fazem retumbar internamente o eco do vazio absoluto de conteúdo!
Queria eu ter o desprendimento dos atendentes de telemarketing, cuja dura missão na Terra é repetir a palavra "senhor" ou "senhora" no final de cada frase dita, sem falhar nenhuma só vez. Deve ser um desafio estonteante para as mentes mais brilhantes do mundo do atendimento telefônico.
Ah, se minha grande preocupação fosse me ater ao meu roteiro de atendimento, impedindo que os clientes falem com o meu "superior", somente saindo desta regra em casos extremos. Deve mesmo ser instigante argumentar que "não há superiores a mim"!
Já pediram para falar com o superior de algum atendente??? A resposta deve ter sido algo perto do óbvio "Não há superiores a mim, senhor. Pode falar comigo mesmo!". Ou seja, os atendentes de telemarketing são praticamente o próprio Deus. E fazendo a velha conjectura de que Deus é amor, que o amor é cego, e que o Stevie Wonder é cego, logo, o Stevie Wonder é Deus, looooooogo, teríamos que os atendentes de telemarketing são todos Stevies Wonders.
Não bastasse serem cegos, também são aleijadinhos pois faltam-lhes os braços (todos Joões-sem-braço). Cabeça ou cérebro? Nem pensar! Muito avançado para um modelo popular de humanóides.
Deus deve se sacudir de tanto gargalhar com suas sádicas criações!
Infelizmente não é agora, não. Foi no ano passado e pra quem não viu ainda, segue aqui o link para o álbum de fotos que tirei por lá. Com direito a passagens por Köln (Colônia), Munique e Dachau, com suas respectivas anfitriãs a "linda argentina loira da qual me esqueci o nome", Insa Kreitz e Natalia, a argentina morocha que fez festa comigo em um dos galpões na Oktoberfest.